Teu
hálito me toca, e me adormece;
Viajo
em tua boca e assim me perco:
Vagueio
por caminhos tão estreitos,
Fazendo-me
colar em quem me segue.
Passo
em sincronia enquanto cheiro
A
nuca mais formosa que entorpece,
E
a fria sobriedade bem aquece
Nas ávidas mordidas pela orelha.
Na
noite generosa a estrela segue
Fitando
lá de cima pelas brechas,
Os
corpos semelhantes à lareira;
A
chama e o galho seco se completam,
Se
atracam, se destroem, trocam afeto:
Por
fim que o sono é balde d'água que entristece.

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