É
momento de educar a criatura,
Letrá-la
nos versos que libertam
Dos
prazeres que se apegam à todo custo
Em
paixões que não se olham e nem se afetam.
Ser
digno de amores mais que eternos:
Quero
ser e dar um fim ao desalento
Que
me honra na desonra de um poeta,
Que
me veste de calúnia todo o tempo.
Quando
a fera de selvagem for um nobre
sentimento
que ao amar é o mais seleto,
Vou
encher de orgulho o peito quase esnobe
Por
do amor ser não escravo, mas seu servo.
Ter
de volta o amor que dou, assim espero,
Como
os versos prometeram no contrato;
(Mas
não li os seus estrofes mais discretos
Pois
por ela posso ser ignorado.)

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