Tenho
um camarada Boiadeiro,
E
sua boiada corta o rio bravo
feito
um gume vivo e esbravejante!
É
com firmeza e com vontade
que
ele ensina a levar meus bois
pela
espuma corrente das águas:
Feras!
Que brotam nas sombras da Tempestade
E
dormem no canto das madrugadas;
E
esse rapaz, amigo meu,
Fala
que chega com os bois na Morada
Aquele
que enfrenta com fé vezes garra
O
escuro de mares, do abismo e do chão.

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